terça-feira, 18 de novembro de 2025

Enroladinho de salsicha para vender

    Divulgação


O Enroladinho de Salsicha Assado é um salgado versátil, econômico e de grande aceitação, ideal para quem deseja empreender no ramo alimentício. A massa é macia, levemente adocicada e combina perfeitamente com o sabor marcante da salsicha. É uma receita fácil de preparar, com ótimo rendimento e possibilidade de variações no recheio, como adição de queijo ou coberturas como gergelim e orégano. Pode ser vendido avulso, em kits de festa, combos congelados ou lanches escolares

Luís Alberto Alves/Hourpress

Ingredientes

    • 1 ovo
    • 70 ml de óleo
    • 2 colheres (sopa) de açúcar
    • meia colher (sopa) rasa de sal
    • 10 g de fermento biológico seco (1 pacote)
    • 200 ml de água morna (adicione aos poucos)
    • 500 g de farinha de trigo
    • 20 salsichas (inteiras ou cortadas ao meio)
    • 2 gemas
    • Orégano ou gergelim a gosto
    • Como preparar
  • Em um recipiente misture o ovo, o óleo, o açúcar e o sal.
  • 2.Em outro recipiente, dissolva o fermento na água morna (não quente!).
  • 3.Junte a mistura líquida à mistura principal. Adicione a farinha aos poucos, misturando até formar uma massa.
  • 4.Transfira para uma superfície enfarinhada e sove por cerca de 10 minutos, até a massa ficar lisa e elástica. Em seguida, cubra e deixe descansar por 30 a 40 minutos, até dobrar de volume.
  • 5.Após crescer, abra a massa com um rolo até obter espessura média e corte tiras e enrole em volta das salsichas, deixando as pontas levemente à mostra.
  • 6.Coloque em uma assadeira untada ou forrada com papel manteiga. Cubra e deixe descansar por mais 30 minutos.
  • 7.Passado o tempo, pincele os enroladinhos com as gemas batidas. Salpique orégano ou gergelim, se desejar.
  • 8.Leve ao forno preaquecido a 180–200 °C por 20 minutos ou até dourar

Guia completo sobre tipos de farinha e como usá-las


Klaus Nielsen 


 O trigo, um dos cereais mais antigos e presentes na alimentação mundial, destaca-se pela versatilidade e importância econômica, movimentando um setor que emprega milhares de pessoas da lavoura à mesa

Luís Alberto Alves/Hourpress

o ex-MasterChef Will Peters, responsável pelo Saza Cozinha, em Curitiba, preparou um guia prático sobre um dos ingredientes mais utilizados da gastronomia. O chef explica quais são os diferentes tipos de farinha e como usá-los corretamente para alcançar o resultado ideal em pães, massas, bolos e outros preparos.

 

O trigo, um dos cereais mais antigos e presentes na alimentação mundial, destaca-se pela versatilidade e importância econômica, movimentando um setor que emprega milhares de pessoas da lavoura à mesa. Segundo dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Brasil consome anualmente mais de 12 milhões de toneladas de trigo, sendo a farinha um dos principais derivados industrializados do cereal.

 

Para o chef Will Peters, compreender o comportamento da farinha é essencial para transformar receitas simples em experiências gastronômicas de qualidade. “A farinha é a estrutura do prato. Saber qual tipo usar é o que diferencia um pão artesanal de um bolo leve ou de uma massa elástica”, afirmou Peters.


Massa

 

O chef explica que os tipos de farinha variam conforme a moagem e o teor de glúten, que define a força e a elasticidade da massa. Essa força é medida pela letra W, que indica a capacidade da farinha de reter gás durante a fermentação. Farinhas com W baixo (90 a 160) servem para bolos e biscoitos; as de W médio (160 a 250), para pizzas e pães leves; e as de W alto (250 a 350), para pães artesanais e fermentações longas. “O trigo é técnica, mas também cultura e tradição. Ele representa partilha e criatividade na cozinha. Entender seus tipos é respeitar um ingrediente milenar que molda nossa alimentação e nossa economia”, destaca o chef.

 

Abaixo você confere os principais tipos de farinha de trigo que estão no mercado e como utilizá-los de maneira correta:

 

Tipo 00 — clássica italiana
Farinha muito refinada e superfina, com baixo teor de cinzas, o que indica a remoção quase total da casca e do germe do trigo durante a moagem. Ela tem uma textura sedosa, quase como talco, e um alto teor de glúten (dependendo da marca), o que a torna elástica e leve. Ela é perfeita para preparações que exigem maciez e elasticidade controlada.

 

Tipo 1 — a mais comum no Brasil
É a farinha mais versátil nas cozinhas brasileiras. Utilizado em pães, bolos, tortas e uma infinidade de preparos. Ela é uma farinha refinada, mas não totalmente branca como a tipo 00. Durante a moagem, parte do germe e da casca do trigo é retirada, mas ainda restam traços de fibras e minerais, o que dá à farinha tipo 1 uma cor levemente creme, um sabor mais encorpado e uma textura um pouco mais “pesada” que a da 00.

 

Tipo 2 — levemente mais grossa, usada em pães rústicos e focaccias         
Passa por refino menor, mantendo mais partes do grão, especialmente o germe e parte do farelo. É mais escura, nutritiva e com sabor de trigo mais intenso. Ela é, tecnicamente, uma farinha semi-integral, ideal para quem quer um meio-termo entre a leveza da tipo 1 e o peso da integral.

 

Integral — rica em fibras, confere sabor intenso e textura densa     
Produzida a partir do grão de trigo integral, sem retirar farelo nem germe. Isso significa que ela conserva todas as partes do grão, mantendo as fibras, vitaminas do complexo B, minerais e gorduras boas. É a versão menos processada e, portanto, a mais natural e nutritiva.

 

Com fermento — prática para bolos e panquecas rápidas    
É basicamente uma farinha tipo 1 misturada com fermento químico (bicarbonato de sódio e ácido tartárico ou fosfato monocálcico). Dispensa o uso de fermento. É perfeita para preparações rápidas, que não precisam de fermentação longa nem sova, mas deve ser evitada em pães de fermentação natural ou biológica, massas frescas e nhoques ou receitas que já levam fermento separado. Nesses casos, o fermento precisa agir com tempo e controle, nesse caso, o fermento químico presente na farinha reage rápido demais.

 

De força — com alto teor de glúten, ideal para pães e fermentações longas         
Se a farinha 00 é leve e elegante, e a integral é nutritiva e rústica, a farinha de força é pura potência elástica. Possui grande concentração de proteínas (gliadina e glutenina), responsáveis pela formação do glúten. Esse glúten é o responsável por reter o gás produzido pela fermentação e dar estrutura elástica à massa. Em outras palavras, quanto maior o teor de glúten, mais forte é a farinha e melhor ela suporta longas fermentações.

 

Durum (sêmola) — amarelada e granulada, usada em massas secas
Produzida com trigo duro (Triticum durum), essa farinha é usada em massas secas como espaguete e penne. Diferente das farinhas comuns, a farinha de trigo durum vem de uma variedade específica chamada Triticum durum — um trigo duro, âmbar e rico em proteínas. O resultado é uma farinha amarelada, com textura mais grossa e granulada (a famosa sêmola) e glúten forte, porém menos elástico que o das farinhas tipo 00 ou 1.

 

No restaurante Saza Cozinha, em Curitiba, o trigo é protagonista nas receitas autorais do chef. Peters afirma que seu objetivo é valorizar o ingrediente em todas as suas formas, da técnica ao simbolismo. “Cozinhar é respeitar o ingrediente desde a origem. Cada tipo de farinha tem uma função e, quando compreendida, transforma o resultado final”, concluiu.

Sete dicas para identificar um sorvete de qualidade

    Anna Tyemi


Especialista ensina como reconhecer um bom sorvete e evitar versões industrializadas

 

Luís Alberto Alves/Hourpress


O sorvete é uma das sobremesas mais queridas do país e um mercado em plena expansão. Segundo dados da Abrasorvete, o consumo médio anual no Brasil é de 7,7 litros por pessoa. Outras pesquisas apontam volumes de até 9,1 litros por ano, considerando também os picolés. O formato em massa é o mais popular, representando 73,4% do mercado nacional.

 

Para o empresário Matheus Krauze, terceiro na geração da família de mestres sorveteiros e sócio-fundador da SOFT Ice Cream, uma das maiores redes de sorvete expresso do país, reconhecer um bom sorvete começa pelo olhar atento. “Um sorvete de qualidade é denso, cremoso e feito com ingredientes frescos. Já as versões industrializadas costumam abusar de corantes, conservantes e do ar, o que compromete o sabor, a textura e toda a experiência com a sobremesa”, afirma Krauze.

 

Em meio à imensa variedade de marcas e sabores, é fácil se confundir na hora da escolha. Mas calma! Existem sinais simples que ajudam a identificar um produto de qualidade. A seguir, sete dicas para reconhecer um sorvete de verdade:

 

  1. Cores naturais: tons suaves e opacos indicam uso de ingredientes reais. Pistache levemente esverdeado, limão quase branco e morango rosado são bons sinais. Cores vibrantes e fluorescentes denunciam corantes artificiais.
  2. Textura e consistência: o sorvete de qualidade é denso, mas não pesado. Enquanto o industrial pode conter até 90% de ar, o artesanal mantém entre 20% e 30%, garantindo cremosidade e sabor equilibrado. Cristais grandes de gelo indicam falha no armazenamento.
  3. Ingredientes frescos e sazonais: um bom sorvete reflete a estação — frutas no verão, castanhas no outono, chocolate no inverno. Sabores como “blue ice” e “chiclete” geralmente revelam bases artificiais e misturas prontas.
  4. Apresentação sem exageros: coberturas coloridas, balas e brilhos podem disfarçar ingredientes de baixa qualidade. Nas boas sorveterias, o destaque está no sabor, não no espetáculo visual.
  5. Temperatura ideal: sorvetes mantidos a temperaturas muito baixas (como -20 °C) perdem sabor. A faixa ideal, em torno de -12 °C, garante textura cremosa e melhor percepção dos aromas.
  6. Sabor e aroma autênticos: o gosto deve remeter ao ingrediente original. Pistache precisa lembrar pistache; limão, frescor cítrico. Sabores genéricos e adocicados indicam bases artificiais.
  7. Sensação após o consumo: um bom sorvete não deixa sede. O excesso de gordura vegetal e açúcar, comum nos industrializados, causa essa sensação. O artesanal é leve, refrescante e equilibrado.

 

“Esses detalhes fazem toda a diferença na experiência. Um sorvete de qualidade valoriza os ingredientes, respeita o processo e o paladar do consumidor. Assim como acontece com o vinho ou o azeite, há critérios claros para reconhecer um produto bem-feito — e aprender a percebê-los muda completamente a forma de saborear essa sobremesa tão querida”, finaliza Krauze.

 

Fundada em 2020, a SOFT Ice Cream é hoje uma das principais redes brasileiras de gelato artesanal, com unidades em Curitiba (PR), Ponta Grossa (PR), Londrina (PR), Guaratuba (PR), Balneário Camboriú (SC), Florianópolis (SC), Porto Alegre (RS), Ubatuba (SP), São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ) e Goiânia (GO). Para saber mais sobre a SOFT e suas ações exclusivas, além de informações sobre o funcionamento das lojas, acesse o perfil oficial da rede no Instagram @soft.icecream.co ou o site www.softicecream.com.br

terça-feira, 21 de outubro de 2025

Bolo de Caneca NESCAU



 Receita de Bolo de Caneca NESCAU fofinho, rápido e delicioso! Feito no micro-ondas em apenas 5 minutos, e com poucos ingredientes, esse bolinho é perfeito para quem busca praticidade. Experimente essa receita fácil e cheia de sabor com o toque especial de NESCAU!

Luís Alberto Alves/Hourpress

Ingredientes

  • 2 colheres (sopa) de NESCAU®
  • 3 colheres (sopa) de farinha de trigo
  • 3 colheres (sopa) de açúcar
  • meia colher (chá) de fermento em pó
  • 3 colheres (sopa) de Leite Líquido NINHO® Forti+ Integral
  • 2 colheres (sopa) de óleo
  • 1 ovo
  • Como preparar

    • 1.Em uma caneca com capacidade superior a 350 ml, misture o NESCAU, a farinha de trigo, o açúcar e o fermento em pó.
    • 2.Acrescente o Leite NINHO, o óleo e o ovo e misture delicadamente até incorporar.
    • 3.Coloque a caneca sobre um prato de sobremesa e leve ao forno micro-ondas por 3 minutos em potência alta.
    • 4. sirva a seguir

Bolo Chocolatudo com Recheio de Brigadeiro



 A Receita de Bolo Chocolatudo com Recheio de Brigadeiro é uma explosão de sabor para os amantes de chocolate. Com uma massa macia feita com Chocolateria em Pó NESTLÉ CHOCOLATERIA, ovos, óleo e água morna, este bolo fica ainda mais irresistível com um recheio cremoso de brigadeiro feito com Leite Condensado MOÇA, NESTLÉ Creme de Leite e Cacau em Pó NESTLÉ CHOCOLATERIA

Luís Alberto Alves/Hourpress

Ingredientes

  • Brigadeiro

    • 2 caixas de Leite Condensado MOÇA®
    • 3 caixas de NESTLÉ® Creme de Leite
    • 1 colher (sopa) de margarina
    • meia xícara (chá) de Chocolate Em Pó NESTLÉ® CHOCOLATERIA
    • 2 colheres (sopa) de Cacau em Pó NESTLÉ® CHOCOLATERIA
  • Massa

    • 4 ovos
    • meia xícara (chá) de açúcar
    • meia xícara (chá) de óleo
    • meia xícara (chá) de Chocolate Em Pó NESTLÉ® CHOCOLATERIA
    • 1 colher (café) de sal
    • 1 colher (chá) de essência de baunilha
    • 1 xícara (chá) de água morna
    • 2 xícaras (chá) e meia de farinha de trigo
    • 1 colher (sopa) de fermento em pó
  • Calda e Montagem

    • 200 ml de água
    • 200 ml de Leite Líquido NINHO® Forti+ Integral
    • 3 colheres (sopa) de Chocolate Em Pó NESTLÉ® CHOCOLATERIA
    • 2 colheres (sopa) de açúcar

sexta-feira, 17 de outubro de 2025

Como a Açaí Concept está reinventando seus cardápios globais

                   Marcos Metra


A marca aposta na diversidade da gastronomia brasileira para criar experiências únicas ao redor do mundo

Luís Alberto Alves/Hourpress

Cada país tem sua cultura e seus hábitos à mesa. Por isso, quando uma marca decide expandir para fora do Brasil, é essencial entender quem vai consumir seus produtos. A Açaí Concept – rede global de franquias de açaí – entendeu isso desde o início. Com quase 50 lojas abertas no exterior, a marca tem conquistado diferentes paladares e já marca presença em países como Portugal, Estados Unidos, Equador, Suíça, Chile, Canadá, Emirados Árabes, Espanha e Turquia.

Para Rodrigo Melo, cofundador e CEO da empresa, mais do que adaptar o cardápio ao gosto local, é preciso inovar e ficar de olho no mercado mundial. Segundo dados divulgados pelo Observatório do Café, o consumo total anual da Europa chegou a 53,7 milhões de sacas de 60kg no último ano-cafeeiro avaliado, o que corresponde a 30,3% da demanda global.

“O açaí é uma ótima opção para se refrescar, mas percebemos que, em lugares como a Espanha, o consumo isolado é menor durante o outono e o inverno. Pensando nisso, criamos um novo modelo para o mercado europeu: o Açaí Concept Café. Lá, além do nosso carro-chefe, o cardápio inclui expressos, cappuccinos, chocolate quente e outras bebidas perfeitas para os dias mais frios”, explicou Rodrigo.

Mundo

Quando uma marca cruza fronteiras, adaptar o cardápio ao gosto local pode ser o ingrediente secreto do sucesso. Cada país tem hábitos, sabores e até restrições alimentares diferentes, e inovar com o melhor de cada cultura torna a experiência mais próxima e acolhedora para o público. “Levar a tradicional coxinha brasileira para o exterior, por exemplo, pode abrir portas. Incluímos esse salgado tão popular no Brasil no cardápio das nossas unidades na Europa, assim como a tapioca, que também tem conquistado espaço. A ideia é adaptar os cardápios das lojas internacionais para que as pessoas tenham um contato mais fácil e gostoso com a nossa culinária”, comenta. 

Abaixo, Melo listou os benefícios de enriquecer o cardápio mundo afora com iguarias populares no Brasil, confira:

  • O café atrai diferentes públicos e amplia o consumo ao longo do dia

Por ser uma bebida universal e extremamente versátil, incluí-la em suas diversas versões, desde o cappuccino ou opções geladas, ajuda a atrair clientes que buscam uma pausa rápida, um momento de conforto ou um complemento ao açaí — além de aumentar o fluxo fora dos horários de pico.

  • A coxinha apresenta a cultura brasileira de forma saborosa e irresistível

Sem dúvida, a coxinha é um ícone da culinária brasileira e, quando bem apresentada, conquista pela curiosidade e pelo sabor. É uma forma deliciosa de apresentar um “pedaço do Brasil” ao público estrangeiro e se destacar com um produto diferenciado no segmento de snacks.

  • A tapioca oferece uma opção saudável, sem glúten e adaptável ao paladar local

A tapioca combina simplicidade e versatilidade, podendo ser servida tanto doce quanto salgada. Sua leveza e o fato de não conter glúten a torna atraente para públicos que buscam alternativas saudáveis. Como se não bastasse, o recheio pode ser facilmente adaptado com ingredientes locais.

Chef Willian Peters apresenta releitura de clássico britânico com salmão

    Gero Hoffman


Versão do tradicional Bife Wellington é um dos destaques do menu do Saza Cozinha, restaurante comandado pelo chef, em Curitiba

Luís Alberto Alves/Hourpress

Um dos maiores clássicos da gastronomia britânica é o Bife Wellington, conhecido pela combinação de carne bovina, cogumelos, foie gras e massa folhada. A origem do prato é incerta, mas historiadores acreditam que ele recebeu o nome em homenagem ao inglês Arthur Wellesley, o primeiro Duque de Wellington. O preparo é considerado complexo, com várias etapas de execução, mas o resultado é um sabor único e atemporal.

 

No restaurante Saza Cozinha, de Curitiba (PR), o chef Willian Peters apresenta uma releitura desse ícone da culinária, substituindo a carne bovina pelo salmão como ingrediente principal. O prato leva salmão envolto em jamón, panqueca de espinafre e massa folhada de croissant, finalizado com nori em pó — alga marinha vermelha do tipo Porphyra, cultivada e seca em folhas finas e crocantes. “Elaboramos um prato delicado e ao mesmo tempo marcante, mesclando ingredientes bem diferentes do original. Já se tornou um dos mais pedidos da casa”, conta Peters, que ganhou destaque nacional em 2018, ao chegar à final do programa MasterChef Profissionais, da TV Band.

 

O Salmão Wellington é servido com beurre blanc, molho clássico francês à base de cebolas, vinagre de vinho branco e manteiga. “É um molho aveludado, simples, mas que exige técnica para alcançar a textura ideal. Servimos com purê de cenouras caramelizadas, que traz equilíbrio e contraste ao prato”, detalha o chef.

 

Restaurante imersivo

 

Além de um cardápio autoral e sazonal, o Saza Cozinha oferece uma experiência imersiva aos clientes, com assinatura do artista visual Manolo Fraga. Ele desenvolveu uma projeção mapeada que transforma o ambiente por meio de instalações sensoriais. As composições visuais transitam entre texturas naturais e orgânicas, muitas vezes abstratas, criando uma ambientação viva e envolvente, em sintonia com a proposta do restaurante, que valoriza ingredientes típicos de cada estação do ano.

 

O Saza Cozinha fica na tradicional Rua Moyses Marcondes, nº 440, no bairro Juvevê, importante polo gastronômico de Curitiba. O restaurante serve almoço de terça a sexta-feira, das 11h30 às 14h30, e aos sábados e domingos, das 12h às 16h; e jantar de terça a sábado, das 19h às 23h. Mais informações podem ser encontradas nos perfis oficiais do restaurante e do chef no Instagram: @sazacozinha e @willianpeters.

Torta Cookie com Brigadeiro

    Nestlé Receita de Torta Cookie com Brigadeiro deliciosa feita com manteiga, açúcar, farinha de trigo, Gotas de Chocolate ao Leite NESTLÉ...

Postagens mais visitadas